Se instala nas entranhas,
Criatura linda e indefesa,
que se fez em natureza ígnea
qual a morada de tua beleza.
de Sabedoria ignota, sem face.
se formando em placenta, nasce.
virtuoso, visionário, há espreitar-me.
sentia mesmo sem ver, olhar-me.
penso em um dia dizer: - Ó! meu filho,
segues o teu pai e mãe, assim,
como João e Maria, segue o milho.
Esse poema que nasce dos meus dedos
tu que nasce de minha mulher em nervos.
Nós, meu filho, te livraremos de todos os medos.
Mostrando postagens com marcador IV. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador IV. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 31 de março de 2010
Assinar:
Postagens (Atom)
