quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

III (ou Dos Tempos que virão)

Estava escrito e mal percebemos:
Entre passagens de pessoas e tempos,
estava na radiação térmica desse invento,
entre espaços de dimensões, complexas.

Bom saber que nada é sempre:
Nem o tempo é sempre, ele acaba.
Acaba para recomeçar novamente,
e novamente terminar a hora recomeçada.

Feliz por ser eterno, somos sempre recomeço,
um sim de sobrevivência, singelo.
Na ausência de saudade, fico triste, confesso.
É sentindo este alarde que te vendo recomeço.

E sabendo que nunca mais ficarei triste:
Seremos infindáveis perspectivas, seremos três:
E não terá espaço vago, só a saudade, a vontade...
No inicio, no meio, no fim e na Finalidade.

3 comentários:

Maria Cleide disse...

mas que bunito em...

Betania disse...

Como eu t falei adorei,a tua inspiraçao me afeta de um modo q só vc sabe provocar,a pespectiva 3 e tudo de mais lindo...

J. C. DAVID disse...

o 2 é melhor...mas, tá massa, mesmo..parabéns...